Fornecer uma boa experiência aos candidatos já não pode mais ser visto como diferencial. Empresas modernas já encaram a prática de fornecer boas vivências aos candidatos como algo de praxe.

Devido ao desgaste natural ocasionado pelo processo, candidatos podem desistir de sua participação e buscar por outras oportunidades no mercado. Esse é um dos piores cenários possíveis. Nele, a empresa não só perde um profissional, mas também pode estar cedendo um grande talento para uma empresa que concorre pela mesma vaga.

Por outro lado, ao praticar a empatia e se colocar no lugar do candidato, sua experiência pode ser melhorada e essa prática pode apresentar diversos benefícios para a empresa.

Afinal, ao entender a jornada do candidato e atuar com criatividade para criar situações positivas durante o processo seletivo, o profissional de RH consegue criar um ambiente que faz o candidato pensar: essa é a empresa onde eu quero trabalhar!

Por isso, investir em estratégias como o contato frequente e descontraído, os feedbacks em todas as etapas e a otimização do processo é extremamente importante. Assim, o candidato se sente mais respeitado e você o fideliza.

Ou seja, sua empresa passa a se posicionar como um local no qual as pessoas desejam trabalhar, um local onde o respeito existe desde o primeiro momento: a candidatura à vaga.

No maior evento de R&S, não é diferente. Nele, o tema “Experiência do Candidato” será levantado com uma pesquisa com os melhores cases de Experiência de Candidatos do mundo em uma das trilhas, sendo levantado e exemplificado por Felipe Sobral, Head of Marketing na Kenoby.

Para saber mais sobre o 3º Kenoby Talks, acesse: talks.kenoby.com

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